O medo me tranca , atrofia meus desejos.
O louro do meu prazer prevalece no escuro.
Acho que de todas as minhas mãos eu prefiro o dedo.
Deles eu posso fazer arma, e escrever em qualquer muro.
Escrever oque tem no sentimento; um grito aflito.
O medo obscuro é só entre a cor um conflito.
Não sei mais se posso ser tudo oque um dia fui.
Nas torneiras a água não sai , flui.
Se dessa arma eu posso mostrar meus vícios,
sem precisar usar nenhuma regra , e nem artifício.
Qualquer muro é um precipício , lavo minhas mãos,
mas a água é só um tisco.
E o medo e só um vicio....
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